sexta-feira, 21 de outubro de 2011

"Não há nada que aumente o tamanho do pênis na fase adulta", diz urologista
Márcia Moreno








A preocupação com o tamanho do pênis é muito comum entre os homens.  Nos consultórios de urologia, este problema perde apenas para dois outros assuntos também delicados: ejaculação precoce e disfunção erétil. E ao lado da grande preocupação há a vasta oferta de medicamentos, dispositivos, manuais de exercícios e até cirurgias para se tornar bem-dotados.

“Nada disso funciona na fase adulta”, diz Geraldo Faria, urologista e presidente da Sociedade Latino-Americana de Medicina Sexual, que destaca que é preciso ter cuidado com as promessas e milagres oferecidos. “Temos visto em nossos consultórios pacientes com graves sequelas resultantes de um grande apelo que promete de tudo”.

O discurso é reforçado pelo urologista e secretário geral da Sociedade Brasileira de Urologia, Eduardo Lopes: “Não há base científica nestes métodos”.  E mais: eles garantem que o tamanho do pênis não é importante. “A vagina tem de 8 a 10 centímetros de profundidade e é apenas no terço externo que a mulher tem sensibilidade aos estímulos”, conta Lopes. “Um pênis com 9 centímetros é suficiente para dar prazer a uma mulher”, afirma Carlos Araújo,  cirurgião geral e vascular, especializado na área de andrologia.  Vale lembrar que o tamanho médio do pênis do brasileiro é 14 centímetros.

A ansiedade de querer aumentar o pênis pode ocorrer desde a infância. Foi o que aconteceu com Leonardo (nome fictício). O estudante de engenharia civil de 19 anos sofre desde criança. “Quando era pequeno, com 7 anos, fui passar um final de semana com meus tios e primos na praia. Na hora de tomar banho, era alvo de piada. Todos falavam que meu pênis era muito pequeno. Desde então, fiquei com trauma de ficar nu na frente dos outros”, fala.

“Eu sempre me escondia para me trocar em vestiários da escola e academia. Na maioria das vezes, ia tomar banho em casa, com vergonha de alguém me ver sem roupa”. Esta mágoa foi se acumulando até a adolescência, quando o rapaz decidiu que deveria tomar providências.
Aos 16 anos, ele mediu: “meu pênis ereto tinha apenas 10 centímetros”. Resolveu que faria algo para mudar a situação.

Com amigos, conseguiu um manual de exercícios que prometia o aumento do pênis em até 3 cm. “Eu fazia os exercícios todos os dias por quase uma hora”. Foi assim durante vários meses, até que notou que estava se machucando. “Fui a um urologista que pediu para parar com os exercícios, pois já estava com uma fibrose. Tive acompanhamento psicológico e percebi que nada poderia ser feito. Meu problema estava na cabeça e não no pênis”, conta. 

“O pior é que em casos assim, o rapaz não tem para quem reclamar ou recorrer, pois tem vergonha. Existe uma indústria paralela que explora as pessoas”, afirma Lopes.  “O homem não pode ficar limitado ao tamanho. Se perguntarmos, a maioria deles vai responder que quer ter o pênis no joelho”, brinca o médico.

“Quando um paciente entra em meu consultório e pede uma solução para o ‘pênis pequeno’, eu digo que adoraria ter algo simples, confiável e seguro. Mas até agora a ciência não descobriu nada que mude isso. Não há nada a oferecer, só tratamento e aconselhamento psicológico”, fala Faria.

“É um trauma psicológico que pode começar na infância e que o homem carrega pela vida toda”, avalia. “É difícil convencer um homem que acha que tem o pênis pequeno que o tamanho é normal e que o problema está na parte psicológica. Muitos ficam mais preocupados até mais com a aparência do que com a sexualidade”.

Leonardo frequentou dois anos de terapia e acompanhamento médico para poder perder a vergonha e tirar a roupa para uma primeira relação sexual. “E minha namorada da época não reclamou”, confessa. Os médicos garantem que é preciso considerar as distorções do imaginário masculino, que se sentem inseguros com pênis pequenos. “Tem muitos que reclamam até do tamanho quando está flácido”, diz Lopes.
Assim como Leonardo, muitos garotos ficam traumatizados na infância quando os pais ou outras pessoas da família comparam seus pênis com os de outros garotos da mesma idade. “Isso deve ser evitado para não alimentarem o complexo”, explica Faria.


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Guia para o sexo em cada canto da casa

Dê uma folga para a sua cama e explore outros ambientes na hora da transa

Roberta Figueira

Saia da rotina e turbine a relação mudando de cômodo na hora do sexo.  As consultoras sexuais Fatima Mourah, Lu Riva e Elis Angela Medeiros criaram um roteiro sexual para você dar um descanso ao seu colchão. Confira algumas dicas:

Na sala
Se o filme que você e seu amor estão vendo na sala lhe deu ideias picantes, economize o caminho até o quarto e parta para o ataque ali mesmo.
Sofá: ajoelhe-se de frente para o encosto e apoie seu peito no móvel. Empine o bumbum para facilitar a penetração. O bonitão deve ficar de pé, bem atrás de você. O sofá também é um local perfeito para fazer e receber sexo oral.
Chão: para evitar os roxinhos pelo corpo, prefira transar sobre um tapete macio. O companheiro deve ficar sentado com as costas apoiadas na parede, as pernas retas e abertas. Ajoelhe-se de costas para ele e reveze movimentos de sobe e desce.

Banho de orgasmo
Transar no chuveiro é uma delícia e, com um pouco de criatividade, outros espaços em seu banheiro também podem contribuir muito para seu prazer.
Box: além de excitante, é uma ótima opção para “aqueles” dias, pois o fluxo da água diminui o sangramento. Apoie suas mãos na parede, jogue o tronco para frente e eleve o bumbum para ele penetrá-la por trás.
Pia: de frente para a torneira, peça que o rapaz fique atrás de você. Ele pode segurá-la pela cintura enquanto pega em seu cabelo e beija seu pescoço. Se estiverem em frente ao espelho, ele conseguirá apreciar suas expressões de prazer.
Parede: encoste suas costas e, de frente para o moço, abrace a cintura dele com uma perna para possibilitar a penetração. Se for forte, ele pode erguê-la enquanto você o enlaça com as duas pernas.

Degraus do desejo
Já é hora de colocar em prática a fantasia de fazer amor numa escada. Se não for em sua casa, tome cuidado para não ser flagrada.
Escada: comece com amassos, usando o corrimão como apoio, ou com um sexo oral caprichado. Peça para o gato sentar-se em um degrau e se encaixe de costas para ele, aproveitando o desnível para uma penetração profunda.

Paisagem do prazer
Seu apartamento ou casa tem uma vista linda da sacada? Então, espere a madrugada e aproveite o cenário de um jeito delicioso.
Sacada: coloque uma camisola ou vestidinho leve, sem calcinha, para apreciar a noite. Deixe o corpo levemente inclinado para frente e peça para seu parceiro abraçá-la por trás. Ele pode cobri-la de beijos no pescoço enquanto a penetra.

Encontro gastronômico
Comece com um jantar inocente e, depois, mostre a ele suas verdadeiras intenções.
Mesa ou bancada: certifique-se de que é resistente e livre-se do que estiver sobre ela. Sente-se na beirada e incline o corpo para trás, enquanto o gato a penetra, de pé. Enlace a cintura do bonitão com as pernas ou apoie-as nos ombros dele. Em último caso, eleve o bumbum para estimular ainda mais seu ponto G.
Cadeira: enquanto ele fica sentado, você pode premiá-lo com striptease ou sexo oral. Então, sente-se de frente ou de costas, controlando os movimentos.



Publicado em 24/08/2011

Menshealth/2011

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Ouvi dizer que o pênis pode quebrar. É -+-verdade?



Por  MdeMulher 



Sim.  Apesar de não possuir osso, o pênis humano pode ser fraturado. O urologista Celso Gromatsky explica: “O que faz o órgão ficar ereto é o sangue que passa por dentro dele (no chamado corpo cavernoso) com grande pressão. Se, nessa hora, o pênis for submetido a uma dobra repentina, a membrana que envolve o tal corpo cavernoso irá se romper e o sangue extravasará para debaixo da pele”. Resultado? O homem sente uma dor imensa, e o pênis perde a ereção, ficando roxo e inchado.

A orientação: ir imediatamente ao hospital, onde determinarão se o tratamento será ou não cirúrgico. Para evitar a situação, a dica é ser cautelosa quando estiver por cima durante a transa, certificando-se de que está bem lubrificada e se movimentando em harmonia com o parceiro.





Por que o sexo anal é a fantasia sexual favorita dos homens?



Por  MdeMulher 



Mesmo com a atual adoração dos brasileiros pelos seios, o bumbum é e sempre será a

verdadeira mania nacional. “A supervalorização das nádegas surgiu no período colonial, quando as formas fartas e arredondadas das escravas atiçavam o desejo dos senhores”, explica o psiquiatra Moacir Costa, especialista em sexualidade. A negação da maioria das mulheres também estimula a libido masculina. “O proibido é tentador, parece mais gostoso. Além disso, essa variação está associada à posição de quatro, que sugere dominação e subjugação da parceira”, completa.


  
NOVA

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Dicionário do sexo: aprenda o significado de gírias sexuais

Conheça o significado de algumas gírias sexuais e turbine a relação


Você sabe o significado de todas as gírias sexuais? Desvendamos o que as mais comuns querem dizer para você se tornar uma doutora do sexo.

      
Beijo grego

 


Nome popular da anilíngua (ou anilingus), refere-se à ação de lamber e beijar o ânus do parceiro. Essa ousada carícia vale para homens e mulheres. Isso pode ser superexcitante para ele, mas, como qualquer movimentação no lado B do rapaz pode ser tabu, descubra qual é a opinião do seu parceiro antes de ousar.

Consolo
 


Também conhecido como Dildo, é uma prótese no formato de pênis - que pode ou não ser vibratória. O brinquedinho tanto apimenta a relação a dois como é ótima companhia para sua masturbação.

Bondage

Muita gente tem a fantasia de amarrar os braços do parceiro na cama durante a transa. Para, por exemplo, torturar de prazer com uma sessão de sexo oral. O que poucos sabem é que a "tara" de imobilizar o outro se chama bondage. Pode usar cordas, panos ou fitas adesivas para a prática.

DP


Sigla para dupla penetração, vaginal e anal. É possível fazer isso com um vibrador durante a relação sexual ou em sexo grupal. A prática pode ser muito prazerosa, desde que com uso de lubrificante.

Espanhola

É uma forma de relação sexual sem penetração, na qual você usa seus seios para masturbar o parceiro. O estímulo pode ser tanto do movimento de vaivém do pênis preso entre os seios quanto por sexo oral, usando os seios como apoio para o pênis.

69

É a posição que permite sexo oral mútuo. Para praticá-la de forma mais confortável, coloque um travesseiro por baixo do bumbum do moço, deitado de barriga para cima, e outro embaixo do pescoço. Peça para o bonitão dobrar os joelhos. Agora é só se posicionar com a cabeça na direção dos pés do gato para dar e ter muito prazer!

Fetiche

É a excitação sexual por meio de um objeto ou determinada parte do corpo, como a tara por pés, por roupas de couro ou até por uniformes (bombeiro, policial...). Aproveite esses fetiches para apimentar a noite. Converse com o gato sobre suas fantasias e realize algumas delas, sem que isso seja uma obrigação. Ele, com certeza, vai querer retribuir o favor!

Roleplay
Termo em inglês que se refere ao uso de histórias durante o sexo. Aqui cabem todas as fantasias com situações específicas como brincar de chefe e secretária, professor e aluna, médica e paciente...

Ménage à trois

É a relação sexual entre três pessoas. Essa brincadeira pode ser prazerosa, mas pode causar problemas (insegurança, ciúme) ao relacionamento. Se quiser experimentar, converse bastante com seu parceiro antes.

Sadomasoquismo

É a junção de duas tendências complementares: o sadismo (excitação com o sofrimento do outro) e o masoquismo (prazer sexual em sentir dor). A excitação não vem necessariamente da sensação física de dor, mas da submissão. Se você curte bancar a dominadora na cama, experimente usar acessórios como chicotinho, venda e algema para esquentar ainda mais a brincadeira.

Swing

Nome dado à troca de casais. Geralmente a prática ocorre em lugares próprios para isso, como casas ou clubes de swing, onde tudo é permitido, mas nada é obrigatório.



Conteúdo do site VIVA!MAIS


sábado, 8 de outubro de 2011


Os assexuados: conheça a tribo que defende o direito de não transar

Nem gays, nem héteros, nem bissexuais. Eles simplesmente não gostam de transar. A história de homens e mulheres que não sentem desejo, defendem a abstinência e lutam para ser reconhecidos como uma nova orientação sexual





Michael Doré tem 28 anos e nunca beijou. Nem pretende. Beijos, carinhos e qualquer forma de contato íntimo lhe causam repulsa. “O sexo me enoja”, diz. “Sou um assexual convicto.” É quase impossível imaginar que um cara como ele, charmoso, bem-sucedido — é um matemático norueguês e PhD da Universidade de Birmingham, na Inglaterra —, sequer pense em transar. Ainda mais nos dias de hoje, em que sexo e orgasmo são quase uma obrigação. E, antes que você se pergunte o que há de errado com Michael, ele mesmo responde: “Não, não sou gay, não fui abusado na infância, nem tenho problemas hormonais. Eu simplesmente não gosto de transar”. Assim como ele, a pedagoga mineira Rosângela Pereira dos Santos, o bancário americano Keith Walker e uma legião de assexuados dos mais diferentes cantos do planeta começam a sair do armário. São homens e mulheres de todas as idades, perfeitamente capazes de fazer sexo, mas sem nenhum apreço pela coisa. Gente que, graças ao apoio da Aven (Asexual Visibility and Education Network), rede que luta pela visibilidade dos assexuados no mundo, conseguiu se unir para levantar a bandeira da abstinência e lutar para que a assexualidade seja reconhecida como uma quarta orientação sexual (além de héteros, homos e bissexuais).


“Cheguei a pensar que fosse gay” - Michael John Doré, 28, matemático
Sob o slogan “It’s o.k. to be A” (algo como “tudo bem ser assexuado”), essa turma tem frequentado as passeatas gays de Nova York, São Francisco, Londres e Manchester. No grupo, lutando contra o preconceito em relação aos que não gostam de transar, há desde aqueles que nunca tiveram uma relação sexual na vida, até os que fazem sexo por obrigação, para não perder o parceiro. “Por assexual entende-se apenas aquele que não sente atração sexual, não o que não é capaz de se envolver”, explica a socióloga Elisabete Oliveira, que fez do assunto tema de seu doutorado na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. “Existem os assexuais românticos e os não românticos. O primeiro grupo consegue se apaixonar, casar e até ter filhos — desde que não haja sexo envolvido. O segundo não gosta de carinhos e não se sente apto a se apa
“Até os 11 anos de idade, eu e meus amigos éramos todos parecidos, brincávamos das mesmas coisas e tínhamos ‘nojo’ de beijo de língua e sexo. Aos 12 anos, esses mesmos garotos passaram a ficar fascinados por mulheres. Falavam sobre elas o tempo todo, idealizavam como seria transar e folheavam revistas de sacanagem. Eu não conseguia entender o que, de uma hora para outra, havia mudado tanto entre eles. Na minha cabeça, havia a possibilidade (e a esperança) de que, cedo ou tarde, eu também fosse me sentir como eles. Cheguei a pensar que era gay. Mas, se as mulheres não me atraiam sexualmente, os homens, muito menos. Então, aos 16 anos, quando todos meus amigos e amigas só falavam e pensavam em sexo, passei a me considerar assexual. E, temendo o estranhamento das pessoas, guardei comigo esse segredo.
Ainda assim, vivi vários episódios de bullying na escola. Estranhando minha falta de interesse nas garotas, meus colegas de classe me excluíam da turma, pegavam no meu pé e diziam que eu era gay — o que, para mim, era ainda mais dolorido. Dez anos se passaram entre a minha ‘autodescoberta’ e a minha capacidade de revelar isso aos amigos mais próximos. Foi um período muito complicado, pois eu não só tinha de lidar com minha assexualidade, algo que nem entendia direito, como me apontavam como algo que eu não sou. Com o tempo, entendi que pessoas ignorantes não conseguem difereEm julho deste ano, decidido a participar da parada GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros) de Londres, com um grupo de assexuais que luta pelo direito de não transar, abri a verdade para minha família. Eles me deram muito apoio e ficaram felizes por mim. Minha irmã, inclusive, decidiu ir comigo a uma parada GLBT em Manchester, um mês depois. Acho que a pergunta que eu mais ouço quando conto que sou assexual é: ‘Por que você tem a necessidade de se definir dessa forma?’. Pelo simples motivo de que gosto de entender quem eu sou. A maioria das pessoas — assexuais ou não — também pensa assim. Muitos encontram alívio quando descobrem que não estão sozinhos, que não são únicos. Além disso, me assumir como assexual e participar ativamente da comunidade é um bom jeito de conhecer parceiras assexuais. Eu sou um assexual romântico — teria um relacionamento com uma mulher. Mas ela deve ser, necessariamente, assexual também. O sexo para mim é repulsivo e eu só me relacionaria com uma pessoa que não me cobrasse qualquer tipo de contato íntimo. Nunca na minha vida fiquei ou transei com uma garota. Em nenhum momento da minha vida, até aqui, tive vontade. Nem a menor curiosidade.”
Eles podem se apaixonar e até transar, mas não sentem prazer nenhum
“Odiei o sexo desde a 1ª vez” - Rosângela Pereira dos Santos, 32 anos, pedagoga
“Tenho 32 anos, estou solteira e sou formada em pedagogia, mas trabalho em um projeto ambiental do estado de Minas Gerais. Fui filha única até os 23 anos de idade, quando nasceu meu irmão do segundo casamento da minha mãe. Coincidência ou não, foi nesse mesmo ano que perdi minha virgindade. Fui uma adolescente tardia. Até os 14, brincava com Barbies — hoje, algo impensável para a nova geração. Mas não foi por isso que demorei para transar. Sempre desconfiei que havia algo diferente comigo. Não sentia o prazer que minhas amigas diziam sentir quando saíam com rapazes. Achava que tinha algum tipo de problema e, por ser muito jovem, não conseguia conversar sobre isso com ninguém. Sofria sozinha. E, como imaginei que aconteceria, odiei o sexo desde a primeira vez. Foi com um namorado da época. Eu gostava dele, adorava beijá-lo, fazer e receber carinho... Teoricamente, todos os ingredientes necessários para dar certo. Mas, sem sexo, não deu. Por mim, passaria o resto da vida sem transar e seria feliz! Mas gosto de namorar e, infelizmente, é quase impossível encontrar — pelo menos aqui no Brasil — alguém igual a mim. Até por isso não consigo entrar em um relacionamento sério há cinco anos. Isso significaria enfrentar uma pressão enorme para transar e, fatalmente, me deixaria infeliz. Sei que meu problema não é físico. Já fui a médicos, fiz várias contagens hormonais e não há absolutamente nada errado comigo.
Eventualmente, eu até transo. A última vez aconteceu há três meses. O rapaz não é meu namorado, mas gosto bastante dele. É uma ótima companhia. Gosto dos homens e sei que posso perfeitamente me apaixonar. Curto sair para jantar, ir ao cinema, tomar cerveja, fazer carinho, beijar bastante... mas não suporto qualquer tipo de contato sexual. Tudo que envolve a genitália me incomoda e é extremamente desagradável: sexo oral, penetração... tanto que nunca tive um orgasmo enquanto transava. Por outro lado, a masturbação não é um problema para mim. Sou perfeitamente capaz de atingir o orgasmo me
estimulando sozinha. É uma ótima forma de aliviar o stress do dia a dia, sem nenhuma conotação sexual.
Antes, o termo “assexual” no Google só trazia artigos sobre bactérias
Nas poucas vezes em que tentei falar sobre o assunto com pessoas próximas, sei que me rotulavam como o estereótipo de garota esquisita, complexada, isolada, coisa que eu não sou! Não foram momentos fáceis. Hoje em dia, só amigas mais íntimas sabem de minha ‘situação’. Faz pouco tempo, cerca de um ano, que finalmente me descobri como assexual. Foi através de pesquisas na internet: procurando entender melhor meu comportamento ‘diferente’, encontrei, em fóruns de discussão, pessoas como eu. Percebi que não estava sozinha! Apesar de ser um alívio pessoal, sei que não posso falar sobre esse assunto com qualquer pessoa. Minha família, por exemplo, não faz ideia do que seja a assexualidade — e tenho certeza que a maior parte dos brasileiros também não. Até cinco anos atrás, por exemplo, ao digitar a palavra “assexual” no Google, só apareciam artigos sobre amebas e bactérias.”
“Fico excitado. só não sinto o mínimo tesão” - Keith Walker, 37, bancário
“Descobri que sou assexual há seis anos. Meu primeiro casamento tinha acabado de terminar. Ficamos quatro anos juntos, mas, nesse tempo todo, só transamos umas cinco vezes. Depois de casarmos, no entanto, minha ex-mulher não conseguiu mais lidar com minha falta de interesse em sexo. E, para falar a verdade, eu também não. Me sentia como um peixe fora d’água, não só pela cobrança de minha mulher, mas porque todos os meus amigos e familiares tinham uma vida sexualmente ativa e, como a maioria das pessoas, viviam falando disso. Não sou impotente. Pelo contrário, ficar excitado é algo perfeitamente normal para mim, basta concentração. O que não tenho é tesão. A ejaculação, para muitos assexuais, é uma simples forma de alívio físico. E é justamente o que acontece comigo. Eu era apaixonado pela minha ex-mulher, mas não sentia desejo por ela (como não sinto, aliás, por ninguém). Não conseguimos entrar em um acordo saudável para ambos, e o relacionamento terminou. A partir daí, resolvi procurar apoio na internet, buscando pessoas como eu e, assim, fazer parte de um grupo, finalmente.
Mas não foi o que aconteceu. Pelo menos não no princípio. Como eu nunca tinha ouvido falar em assexualidade — nem a palavra era familiar —, acabei entrando para um grupo de celibatários. Nunca achei que pudesse ser gay, pois sempre me apaixonei romanticamente por mulheres, só não tinha vontade de fazer sexo com elas. Não demorou para que eu descobrisse que os celibatários eram pessoas completamente diferentes de mim: tinham desejo sexual, mas o reprimiam por motivos religiosos. Eu não, eu simplesmente não tinha vontade de fazer sexo. Não sentia tesão. Ou seja, nem lá eu me encaixava. Mas foi graças a um dos rapazes que eu conheci no grupo que descobri minha tribo. Percebendo minha total falta de libido, ele me falou sobre os assexuais, o trabalho da rede Aven e sugeriu que eu procurasse o grupo.
No Brasil, 9% das mulheres não acham o sexo importante para o casamento
Moro em Washington e trabalho em um banco. Até antes de encontrar a Aven, quase não conversava com meus colegas sobre minha condição ‘diferente’ da maioria. Não é fácil lidar com um assunto que nem eu próprio tinha conhecimento. As poucas pessoas com as quais falava disso até tentavam me ajudar. Mas, no fundo, só atrapalhavam. Entendiam o que eu sentia, e cedo ou tarde, tentavam me ‘converter’ — como se essa fosse uma escolha minha. E não é. A única certeza que sempre tive é que sou heterossexual. Sei que muitos assexuais heterossexuais são questionados sobre sua orientação. Há um senso comum de que quem não gosta de sexo só pode ser gay — e reprimido. Mas isso é puro preconceito. Sou perfeitamente capaz de me apaixonar. E só me apaixonei por mulheres até hoje. Já fiz sexo muitas vezes, em especial quando estava na faculdade. Fazer sexo é algo que se espera de um homem jovem, estudante, que mora sozinho. E foi o que acabei fazendo durante os relacionamentos que tive na época. Transei não por desejo, mas por me sentir na obrigação de cumprir um ‘ritual’ presente em todos os namoros.
Foi só quando conheci a Aven — e, através dela, tive contato com pessoas parecidas comigo — que descobri que não precisava mais me sujeitar a isso. Há mais gente no mundo que, assim como eu, detesta sexo. Essas pessoas me entendem e aceitam. Tanto que foi através das reuniões e debates promovidos pela Aven que conheci minha atual mulher, uma moça linda e doce, sem a qual hoje não me imagino. Assim como eu, ela é assexual sem libido. Nos gostamos muito e, eventualmente, trocamos beijos e carícias, sem qualquer apelo erótico. É um amor tão lindo e tão puro que a cerimônia de nosso casamento, há três anos, foi transmitida em tempo real pelo da Aven — decisão que tomamos juntos para trazer mais visibilidade para nossa causa.
Somos muito felizes e até falamos em filhos. Se decidirmos ter filhos naturais (e não adotivos), não vejo por que não fazer sexo para engravidar. Nesse caso, não estaríamos nos divertindo — estaríamos apenas procriando. Não sou incapaz de fazer sexo. Pelo contrário, é uma opção não praticá-lo. E isso é muito libertador.”nciar homossexualidade de assexualidade.
ixonar.”
A libido é uma energia vital que pode ser canalizada para o trabalho
Esses dois grupos também podem ser classificados como libidinosos ou não. “Ser assexual não significa, necessariamente, não ficar excitado”, afirma o bancário americano Keith Walker, 37 anos. “Muitos de nós se masturbam, mas não estabelecem relação entre isso e o sexo. É apenas uma maneira de relaxar e aliviar o stress”, diz. Segundo a psicóloga paulista Tânia Mauadie Santana, hoje é comum que a energia que antes era sexual seja canalizada para outras áreas da vida. “A libido é uma energia vital, o que não necessariamente se manifesta só nos órgãos sexuais. O desejo pode ser direcionado para o trabalho, a comida e as atividades físicas”, diz.
Com as recentes investidas no chamado Viagra feminino — comprimido à base de flibanserina que promete devolver a libido à mulher que a perdeu e apresentá-la a que nunca teve —, a comunidade médica tem falado muito em “desejo sexual hipoativo”. O termo, catalogado há mais de 30 anos pela Organização Mundial da Saúde como uma “disfunção sexual”, tem conotação pejorativa para assexuados, que, com razão, não querem ser vistos como doentes. “Quem pratica sexo costuma ter humor melhor, pois o ato libera hormônios de ação antidepressiva. Mas a falta dele não chega a ser um problema de saúde. Ninguém vai morrer por isso”, afirma Tânia Santana. Segundo o psiquiatra Alexandre Saadeh, a assexualidade só requer tratamento quando gera sofrimento. “Se a falta de desejo ou o excesso dele impedir alguém de ser feliz, aí, sim, deve-se falar em tratamento. Caso contrário, não há por quê”, afirma o médico.
Para mostrar (e entender) que é possível ser feliz sem sexo, Marie Claire se cadastrou em redes e sites de relacionamento onde assexuais trocam ideias, causas e bandeiras. No Brasil, o site Refúgio Assexual, criado pelo pernambucano Julio Neto, de 19 anos, é o principal local de convergência dessa turma. “Muitos chegam aos fóruns com sentimento de culpa. É compreensível. Na sociedade em que vivemos hoje, em que se usa o sexo para vender de geladeiras a refrigerantes, é quase um crime não querer transar”, diz ele. Nas próximas páginas, você confere dilemas, embates, questionamentos e conquistas vividos por assexuais do mundo todo.

Marie Claire/2011

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Bombeirinha sexy


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Mapa do prazer

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Especialistas dizem que ficar mais familiarizada com sua área de lazer preserva a saúde e pode melhorar a vida sexual. Portanto, não seja tímida. Desfrute momentos para lá de intensos com a mais misteriosa parte do seu corpo.
Se a média das mulheres tivesse uma página no Facebook para suas partes íntimas, seu status de relacionamento seria "é complicado". E deveriam postar uma foto em seu perfil. Afinal, uma nova pesquisa do Centro de Promoção da Saúde Sexual da Universidade de Indiana, nos EUA, aponta que as mulheres não se olham — somente 26% costumam explorar atentamente suas partes.
Ei, nós precisamos fazer isso! Homens conseguem muito mais facilmente. Afinal, o órgão deles está para fora, pronto para viver as experiências. Nossas "peças", em sua maioria, são internas. Portanto, não podemos ver exatamente com o que estamos lidando.

Bem, mas aqui você encontrará um pouco de incentivo para mudar isso: quanto mais você conhecer o idolatrado objeto do desejo, mais prazer irá experimentar. Em um estudo do periódico International Journal of Sexual Health, os cientistas descobriram que mulheres que tinham uma visão positiva de seu órgão genital se sentiam mais confortáveis na hora do sexo, eram mais aptas a chegar ao orgasmo e isso também acontecia com mais chances na cama.

Apenas olhando a "área de lazer" já se pode começar a ter uma relação mais íntima. "A pesquisa mostra que conhecer o próprio sexo ajuda a inspirar a excitação e a lubrificação", diz a cientista Debby Herbenick, da Universidade de Indiana e autora de Because It Feels Good (inédito no Brasil). Assim, permita-se descer até lá para ter uma vista privilegiada.

INVESTIGAÇÃO PRIVADA

Para começar, vamos esclarecer um dos maiores equívocos sobre a vagina. Ela não é o que você vê. "A vagina é um órgão interno", diz a ginecologista Rosa Maria Neme, consultora de WH. Se você ficar nua em frente a um espelho, na verdade enxergará sua vulva, a parte exterior da máquina, que estava coberta de pelos antes de sua depiladora desmatá-la com cera quente como se fosse uma área da Floresta Amazônica.

A vulva é o palco em que as grandes estrelas são o clitóris e o ponto G. Cada parte está lá para atender às suas vontades sexuais. Porém, para obter o melhor desempenho de cada uma, você tem que dedicar um pouco de amor e atenção a todas. Tranque a porta do quarto, tire os sapatos e pegue um espelho de mão.

Sem sequer abrir as pernas, você verá seu monte púbico e duas dobras de pele. "São os grandes lábios: protuberâncias da pele que não interferem na excitação", diz Rosa Neme. Essas camadas contêm um tecido adiposo que protege seu clitóris e sua vagina. Embora a sensação de prazer seja geralmente fraca nessa área, tocá-la pode ajudar a aumentar a sensação. "Esfregar o monte púbico e os grandes lábios deixa o clitóris pronto para a estimulação", diz Debby Herbenick.

Agora, se você abrir os grandes lábios, um conjunto de lábios finos — chamados pequenos lábios — irá se revelar. Eles são cheios de vasos sanguíneos, terminações nervosas e glândulas secretoras. "A olho nu, as glândulas podem parecer pequenas protuberâncias", diz Debra Hoppe, autora de Healthy Sex Drive, Healthy You (inédito no Brasil). "Elas liberam secreções que ajudam a separar os lábios vaginais e facilitar a penetração."

Mas não são as únicas áreas lubrificantes de suas partes baixas. Separando os pequenos lábios, você irá ao encontro das glândulas de Bartholin (que são microscópicas, não é possível enxergá-las a olho nu). "Estão localizadas nos dois lados da sua abertura vaginal", explica Rosa Neme. Quando você se excita, essas glândulas lubrificam a parte externa do canal vaginal. Elas normalmente liberam apenas uma pequena quantidade de umidade — é por isso que as mulheres têm necessidade de preliminares para ficar molhadas.

Seu centro de lazer mora no clitóris. Ele é uma soberba protuberância rosa, do tamanho da ponta de um lápis, e está lá só para seu prazer. E o dito-cujo é "nervoso" — concentram-se ali umas 8 mil terminações nervosas, o maior número encontrado em todo o corpo e o dobro da quantidade da glande do pênis de um homem, segundo Debra Hoppe.

Para o ginecologista e obstetra Mauro Pirotti Junior, chefe do Departamento de Ginecologia do Hospital Bandeirantes e do Hospital Paulistano, em São Paulo, o clitóris seria um pênis involuído. "Ele tem um capuz de pele muito fina, igual ao órgão masculino. E, graças às terminações nervosas existentes na área, quando atritado leva a grandes sensações de prazer."

Mas essa sensibilidade louca na região você já deve conhecer. O que provavelmente não sabe é que o clitóris tem pernas. Literalmente. "Nós vemos apenas a cabeça do clitóris", diz Debby Herbenick. Ele tem um corpo em forma de quadrilátero e duas pernas (chamadas crura) que chegam a 3 cm dentro da vagina, logo abaixo do monte de Vênus e em linha reta com o ponto G (falaremos sobre ele mais tarde). Isso dá ao clitóris um incrível e profundo alcance sexual. "É a usina elétrica do orgasmo", diz Ian Kerner, autor do livro She Comes first (inédito no Brasil). "Ele se conecta com cada estrutura dos órgãos genitais."
O MAPA DA MINA
A melhor maneira de fazer o clitóris feliz é a estimulação oral ou manual de forma contínua e suave. Mas ele também pode ser sensibilizado quando a mulher está por cima. Ou em uma versão do papai e mamãe, com a técnica do alinhamento coital, diz Debby Herbenick. Nessa posição, seu parceiro penetra você, como normalmente faria durante o papai e mamãe, com dois simples ajustes: ele avança o corpo até apoiar-se sobre seus ombros, enquanto a base do pênis atinge diretamente seu clitóris. Então ele faz movimentos circulares em vez de apenas o vaivém. "Isso cria maior atrito contra o clitóris", explica a especialista.

O atrito pode levá-la às alturas, mas às vezes também pode deixar a "estrela" irritada. É que quando você caminha para o clímax o clitóris incha em tamanho — e isso pode tornar o contato incômodo. "Tome cuidado para não imprimir muita força na estimulação oral ou manual — inclusive a autoestimulação — para não provocar dor e até lesões. A própria saliva do parceiro, se for um pouco ácida, pode levar a irritação clitoriana e vaginal", diz Mauro Pirotti Junior.

Algumas mulheres relatam que, nesse momento, a estimulação clitoriana pode parecer como cócegas irritantes e, em alguns casos, como um choque agudo. Para se proteger, puxe gentilmente para trás o capuz (a pele de proteção) do clitóris. A simples exposição pode fazê-la se sentir bem novamente. Sua extrema sensibilidade pode ser uma forma de o corpo dizer: "Permita que a vagina capte um pouco dos holofotes sexuais!"

Por falar na vagina, ela é um órgão extremamente elástico, com tamanho em torno de 8 a 15 cm (que varia de mulher para mulher), não chega aos pés do clitóris em se tratando de terminações nervosas. "Mas ela tem seu valor", diz Debra Hoppe. Os primeiros centímetros possuem centenas de terminações nervosas, a maioria bastante sensível. Para estimular essa região do seu canal vaginal, nas preliminares sugira a seu parceiro uma penetração mais curta e rasa. É uma sensação maravilhosa e tem um gostinho de quero mais.

O QUE EXISTE POR TRÁS Aprofundando-se nas paredes vaginais, você vai encontrar um dos principais trunfos do órgão: o ponto G. Se o clitóris é famoso, o ponto G é infame. Quase nenhuma mulher conhece seu potencial, mas se o fizer as recompensas serão fenomenais. Acredite!

O ponto G é uma área esponjosa do tamanho de uma moeda. "Ele estaria localizado entre 2 e 4 cm da entrada da vagina, na parte superior: introduzindo o dedo, você notaria uma pequena elevação", explica o ginecologista Mauro Pirotti.

Segundo os especialistas, ele possui irregularidades e estrias semelhantes a uma noz e exige uma abordagem vigorosa. "As enervações do ponto G estão contidas no tecido gorduroso, então você deve realizar uma pressão mais profunda e firme para estimulá-lo", ensina Ian Kerner.

Para começar, você deve estar bem relaxada — e excitada — para que as paredes vaginais fiquem muito bem lubrificadas. Isso fará com que o ponto G fique inchado (cheio de sangue) e, portanto, mais sensível e proeminente.

A estimulação do ponto G também exige uma troca de posições. Você pode tentar estimulá-lo pedindo que seu parceiro a penetre por trás (posição cachorrinho), mas o melhor a fazer é mandá-lo descer e usar a boca e a mão. "Com a boca em seu clitóris, faça-o penetrá-la com o dedo médio, em um movimento de lá para cá, aplicando uma pressão firme e ritmada, na parte superior do canal vaginal", diz Kerner.

Se você ainda não teve o que acha que é um orgasmo do ponto G, não se preocupe. Para seu conhecimento: os orgasmos que se originam nessa zona são expansivos e profundos, enquanto os que começam no clitóris parecem mais agudos e intensos.

"Muitas mulheres dizem que o ponto G potencializa o orgasmo", diz Kerner. "Mas elas não poderiam isolá-lo e dizer ‘Uau, eu tive um orgasmo do ponto G’. Seria mais como ‘Eu tive um orgasmo e isso realmente foi incrível’. É por isso que muitos vibradores vêm com um estimulador de clitóris e um estimulador de ponto G. Eles trabalham em conjunto."

Embora você possa ter um orgasmo clitoriano sem estimulação do ponto G, é um pouco complicado conseguir o inverso. Mas, afinal, não importa de onde ele está vindo, no final das contas um orgasmo é um orgasmo. E todos são, bem... são como aquela velha história sobre sexo: é bom até quando é ruim! Não é mesmo?

menshealth/2011